Check in:
Saímos de casa com 2 horas de antecêdencia para fazermos o check in, ainda bem, pois apareceram vários contratempos :
Primeiro: pediram as certidões de nascimento das crianças, pois nos novos passaportes não consta o nome dos pais, procura daqui, procura dali e nada...chegamos a conclusão que os documentos haviam ficado em casa. Na hora de fechar o peso das malas, tiramos a pasta com os documentos e esquecemos! Estresse total, faltando 1 hora para o vôo. Felizmente deu tempo para buscar, obrigada mais uma vez ao cunhadão do Sid, Ricardo!
Só para deixar registrado: até agora os benditos documentos não foram necessários nenhuma vez sequer, só no aeroporto Salgado Filho em Porto Alegre que solicitaram.
Segundo: o número de malas e o peso que nos foi passado e confirmado mais de uma vez pela nossa agente de viagem estava ERRADO. Resumindo, foi-nos informado que cada um de nós teria direito a 2 malas de 23 Kg, com execeção do Juju que teria direito a 1 só mala mas no dia do embarque fomos descobrir que a Juju não tinha direito a mala nenhuma, tivemos que pagar a baguatela de 300 pila para levar esta mala adicional, e o peso era 32 Kg para cada e não 23 Kg, quer dizer deixamos para trás muitos quilos que poderíamos ter trazido. Ficamos muito p... de cara, só não vou divulgar o nome da empresa e nem da pessoa por que estou de bom humor hoje, mas bem que ela merecia. Já entramos em contato com a empresa que diz q irá nos ressarcir o valor, estamos no aguardo...
Terceiro: demoraram um tempão para encontrar a reserva da Juju, depois descobriram que o que faltava era a data de nascimento , por isso deu todo este rolo. Mais um erro da empresa citada acima.
Quarto: deixamos para pegar as carteirinhas da febre amarela no dia do vôo, e surpresa! a ANVISA estava fechada. Isto foi resolvido no aeroporto de São Paulo, pois a ANVISA funciona 24 h.
Depois de todos estes transtornos, conseguimos embarcar, cheios de tensão, é claro!
Vôos e Escalas:
No aeroporto de Guarulhos, ficamos esperando em torno de 4 h, lá encontramos um casal de amigos do Sidney, o Caio e Tati, que nos deram uma mão com as crianças. Em breve, eles tb estarão aqui em Sydney!
O Bruno teve um bom comportamneto até o aeroporto da Nova Zelândia, onde sua paciência foi para os ares, ele não queria pegar o último avião para Sydney e queria voltar para casa da vovó Idi. A aterrissagem em Sydney foi traumática, ele gritou o tempo inteiro pois não queria colocar o cinto e assim foi até chegarmos em terra firme. Por este motivo, ficamos conhecidos em todo o vôo, as pessoas passavam por nós e nos davam parabéns :)
A chegada:
Nossa chegada não foi muito calorosa, além de estarmos super mega cansados, o tempo estava nublado, chovendo e frio, tudo o que eu não queria...
Nossas malas chegaram, ainda bem, pq com tanta coisa que aconteceu, não me surpreenderia se uma mala tivesse se extraviado.
Pegamos nossas 7 malas, 3 mochilas e 2 crianças e fomos para nossa casa temporária. Ufa, até que enfim!
Primeiras impressões de Sydney:
Os australianos são, no geral, muito simpáticos;
A cidade é linda, muito arborizada e limpa;
Os motoristas de ônibus são igualmente simpáticos e solíscitos,coisa rara em Porto Alegre;
As frutas são maiores e mais bonitas, na primeira vez que as vi, achei que eram artificias.Achei -as mais saborosas tb!
As casas não tem muros (quando têm, é por estética), muito menos cercas elétricas.
Todas as calçadas tem acesso para cadeiras de rodas. Ótimo para andar com carrinho de bebê.
Deisi